A conferência contou com a participação de diversos oradores nacionais e internacionais. “Num mundo marcado ainda por muitos desafios e vulnerabilidades, esta conferência pretende discutir questões relacionadas com os direitos civis e políticos, os direitos económicos e sociais, mas também os direitos individuais e de identidade.”
No dia 9 e após a sessão de abertura, realizou-se a estreia da versão portuguesa da peça de Ariel Dorfma “Diz a verdade ao poder. Vozes do outro lado da escuridão”, pela companhia de teatro Bonifrates, baseada na obra de Kerry Kennedy que, enquanto Manual para a Educação dos Direitos Humanos pode ser acedido aqui
No final dos quatro painéis do dia 10 foi ainda assinada por dez entidades, a Declaração de Lisboa “A Educação para os Direitos Humanos e para a Dignidade nos Desafios do Século XXI” que pode ser consultada aqui
Reconhecendo a fragilidade no mundo atual da sua garantia e proteção, a Declaração de Lisboa “apela a indivíduos, organizações, instituições públicas, associações da sociedade civil, instituições educativas e outras redes sociais para que desenvolvam, junto do público em geral e especialmente das gerações mais novas, uma mais forte e ampla política educativa, no sentido de promover os direitos humanos e a dignidade humana”.
Texto de: Carla Simões. Imagem de: Fundação Calouste Gulbenkian.



