A eucaristia encerrou hoje a peregrinação nacional do CNE reunindo no Santuário de Fátima 50 mil escuteiros.
D. Joaquim Mendes, vogal da Comissão Episcopal do Laicado e Família e bispo auxiliar de Lisboa, presidiu a Eucaristia de encerramento da Peregrinação Nacional.
Na sua homilia o bispo que acompanha o CNE começou por salientar um dos elementos mais característicos do método escutista o “Sistema de Patrulhas”. Reforçando ainda a importância da dimensão comunitária ” Seja em pequenos grupos ou unidades, seja na escala mais alargada, o caminho proposto pelo escutismo só pode ser realizado comunitariamente.
E para um escuteiro do CNE, a dimensão comunitária encontra a sua mais perfeita realização na Igreja, não de forma abstrata, mas na comunhão com as paróquias e comunidades religiosas.”
D. Joaquim Mendes sublinhou que “O CNE é chamado a prosseguir com renovada esperança o seu caminho, nos “trilhos da misericórdia”.
Caminhar pelos “trilhos da misericórdia” é tornar-se protagonista no serviço, tornar-se uma resposta concreta às necessidades da humanidade, é ser sinal vivo do amor misericordioso de Jesus para o nosso tempo.
Caminhar pelos “trilhos da misericórdia” é assumir a misericórdia como estilo de vida, sonhar que podemos mudar as coisas, que podemos contribuir para tornar este mundo um pouco melhor do que o encontramos.”
Finalizou a sua homilia dirigindo-se a todos os participantes desta peregrinação nacional do CNE para que sintam verdadeiramente a alegria de “sermos um” reforçando a força para caminhar juntos pelos “trilhos da misericórdia” de mãos dados com Maria “Mãe dos Escutas”, nossa Mãe.
O Assistente Nacional do CNE, Pe. Luís Marinho no final da cerimónia leu a todos os presentes a mensagem que Sua Santidade o Papa Francisco enviou a todos os participantes desta peregrinação nacional e ao Corpo Nacional de Escutas concedendo uma propiciadora Bênção Apostólica.
Lê a mensagem de Sua Santidade na integra aqui
Texto de: Susana Micaela Santos. Fotografia de: Ricardo Perna.



