CNE distingue Marcelo Rebelo de Sousa com Medalha de Ouro, uma homenagem à proximidade e ao serviço

O Corpo Nacional de Escutas (CNE) distinguiu Marcelo Rebelo de Sousa com Medalha de Agradecimento –  Grau Ouro. Este é um reconhecimento pela relação de proximidade entre o anterior Presidente da República e o movimento escutista português.

No passado sábado, o CNE distinguiu Marcelo Rebelo de Sousa com a Medalha de Agradecimento – Grau Ouro. Esta cerimónia decorreu na Igreja de Nossa Senhora da Assunção, em Cascais, onde se celebrou o aniversário e promessas do Agrupamento 729, de Cascais.

 

Ivo Faria, Chefe Nacional do CNE na entrega desta distinção relembrou que esta é mais do que uma homenagem institucional, é acima de tudo um reconhecimento de uma relação genuína, próxima e profundamente simbólica entre o Presidente da República e o movimento escutista português.

 

Recordamos que ao longo dos seus dois mandatos, Marcelo Rebelo de Sousa destacou-se por uma presença constante junto dos escuteiros, não apenas em momentos protocolares, mas sobretudo em ocasiões de verdadeira partilha humana. A sua participação em eventos marcantes como os Acampamentos Nacionais de 2017 e 2022, onde contactou diretamente com cerca de 20 mil jovens em cada edição, ou a sua presença no JOTA-JOTI em Cascais, reforçam essa ligação viva e afetiva. Também durante períodos exigentes, como a pandemia da Covid-19, o Presidente esteve próximo dos jovens, incentivando o seu papel ativo na sociedade.

 

Salienta-se ainda o apoio institucional decisivo dado ao CNE, nomeadamente ao conceder o alto patrocínio às celebrações do centenário da organização, em 2023, e ao Moot 2025, um projeto de dimensão internacional que trouxe a Portugal jovens de todo o mundo. Acresce a sua participação em iniciativas solidárias, como as campanhas do Banco Alimentar, e o acolhimento simbólico da Luz da Paz de Belém na residência oficial, momentos que traduzem o seu compromisso com os valores de fraternidade, solidariedade e serviço.

Marcelo Rebelo de Sousa, foi surpreendido com esta distinção e reforçou que não agiu por mérito pessoal, mas por dever institucional, representando Portugal. Agradeceu aos escuteiros o contributo histórico e contínuo que têm dado ao país.

 

Por fim dirigiu-se especialmente aos jovens, deixou uma mensagem simples “ser escuteiro é encontrar a felicidade através da felicidade dos outros. Uma visão que ganha ainda maior dimensão no Escutismo Católico, onde essa missão é vivida à luz da fé e do exemplo cristão. A frase: “Uma vez escuteiro, toda a vida escuteiro” — ecoou como um compromisso de vida, enraizado em valores que ultrapassam gerações”.

 

Este será mais um momento histórico que ficará registado na história do movimento e reforçando a ligação forte entre o mais alto representante da ação e a maior associação de juventude em Portugal.

Texto: Susana Micaela Santos.

Fotografias: António Rendeiro.

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