Para onde navegamos? O Rumo da Sustentabilidade no CNE
O Departamento Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (DNODS) lançou uma consulta destinada aos Agrupamentos e Juntas (Regionais e de Núcleo), com o intuito de criar um diagnóstico realista e definir estratégias eficazes para o futuro.
Posto isto, a pergunta que se impõe é: Para onde navegamos? Olhando para a infografia abaixo, os resultados mostram-nos que o caminho já começou a ser desbravado, mas ainda há muito mar para navegar.
Constatamos que 58% dos Agrupamentos já têm ou planeiam ter alguém responsável pela sustentabilidade. No entanto, apenas cerca de 1 em cada 4 Agrupamentos avalia com regularidade a sua ação nesta área. No eixo ambiental, é de louvar que metade dos Agrupamentos separe sempre os resíduos nas suas atividades e que uns impressionantes 84% dinamizem um banco de fardas, promovendo a economia circular.
A nível social e de governança, os dados revelam que 71% dos Agrupamentos e 58% das Juntas têm direções com 50% ou mais elementos femininos. Além disso, o envolvimento com a comunidade é notório: 3 em cada 4 Agrupamentos favorecem fornecedores locais e 45% consideram-se muito participativos nos fóruns de tomada de decisão da sua comunidade local.
Aproximamo-nos a passos largos do fim da Agenda 2030. Por isso, o próximo triénio do CNE assume-se como um tempo vital de consolidação e alargamento das boas práticas já implementadas, exigindo igualmente a correção das lacunas que este diagnóstico revelou.
Ficaste curioso com os dados? Descobre a infografia completa e lê a análise detalhada, aqui.
Os resultados têm por base as respostas dos participantes, refletindo a perceção e prática reportadas pelos próprios.
O Grupo de Lisboa (Gdl) volta a reunir-se de 17 a 19 de abril, em Genébra (Suíça) e está a aceitar candidaturas para caminheiros, candidatos a dirigentes e dirigentes.