Este ano, para relacionar o evangelho ao torneio, cada equipa decorou uma cartolina em forma de peixe, para simbolizar os peixes que encheram as redes de Simão. No altar, existia ainda um barco onde todos os peixes foram afixados.
Às dez da manhã, o barulho do sino marcou o verdadeiro início do torneio. As equipas corriam entre os vários desafios, tentando perder o mínimo tempo possível. Em cada posto colocavam os seus conhecimentos, técnica escutista e espírito de equipa à prova.
A diversidade de conteúdos avaliados faz do Tecoree um torneio cada vez mais exigente, que requer treino e trabalho precedente, mas que, desperta igualmente, cada vez mais curiosidade entre a 3ª secção. Nesta edição, uma das equipas deslocou-se desde a ilha da Madeira para participar na atividade.
As provas decorreram durante a manhã e a tarde e, por volta das 19h, foi altura de preparar as fogueiras para a prova de cozinha selvagem. Cada equipa teve de preparar costeletas de porco grelhadas com batatas assadas, arroz no ananás e maçã recheada de chocolates que seriam posteriormente avaliadas por um conjunto de júris.
Para finalizar o dia, os pioneiros reuniram-se na Eira para uma noite de animação. Antes da hora de recolher ouviu-se o hino do Tecoree, e assim acabou o primeiro dia de provas.
Texto de: Bruna Coelho. Fotografia de: Rita Osório.



