
Os Jovens e a Saúde Mental nos Tempos de Crise
Falar sobre saúde mental pode ser difícil mas é importante. Ser mentalmente saudável
Nos passados dias 29, 30 e 31 de agosto, realizou-se a atividade “24 às Cegas” na Quinta do Escuteiro, Região Leiria-Fátima. Esta atividade é aberta a Caminheiros, Candidatos a Dirigente e Dirigentes de todo o país, que se propõem a 24 horas de Serviço à comunidade “às cegas”, sem saberem de antemão que tarefas os esperam.
O objetivo desta atividade é estimular a disponibilidade, entrega e espírito de Serviço, valores centrais do Escutismo. Esta edição contou com a participação global de 51 escuteiros do país, dos quais 26 da Região de Leiria-Fátima e 25 de outras regiões, tendo como imaginário os Jogos de Tabuleiro. A atividade teve início na sexta à noite, com a chegada dos participantes e formação das tribos.
Durante o dia de sábado, realizaram Serviço de diferentes formas e em vários locais, como as associações ADAV e Nascentes de Luz, a Câmara Municipal da Batalha e três lares de idosos da zona. Na noite de sábado, os participantes tiveram oportunidade de jogar diversos jogos de tabuleiro, num momento de convívio e diversão.
No domingo, realizaram Serviço em campo e refletiram sobre a importância de Servir.
Segundo a Equipa de Projeto, o maior desafio do projeto é equilibrar a procura de oportunidades de Serviço junto das entidades com o número de participantes, mas é gratificante ver a sua união, o trabalho realizado e o impacto na vida do Outro.
«Foi mais uma bela oportunidade de pôr a IV Secção em ação pondo em prática o seu grande lema “Servir”. Desde atividades em lares a serviços mais físicos como limpezas de espaços, houve espaço para tudo nesta atividade. O imaginário também não foi posto de lado, proporcionando aos Caminheiros uma bela noite de jogos de tabuleiro», contou-nos Tiago Jorge, do 1041 Caranguejeira, elemento da Equipa de Projeto do 24 às Cegas
A Sara Simões, do 997 Ourém, disse-nos como foi esta aventura na sua primeira participação na atividade. «Esta foi a minha primeira participação no 24 às Cegas, mas estava bastante curiosa, pois todos aqueles que já tinham participado falavam muito bem desta atividade! Não sabia o que me esperava, tal como o nome indica, fui totalmente “às cegas”, mas dei o melhor de mim em todas as tarefas que me foram atribuídas. Foi, sem dúvida, bastante gratificante perceber que consegui deixar as coisas um pouco melhores e sentir a alegria com que fomos recebidos dos voluntários das Nascentes de Luz. Voltei a casa com a certeza que podemos, de facto, fazer a diferença, mesmo quando as ações nos pareçam pequenas, e que, ao longo do caminho, também nós nos tornamos mais ricos e felizes.»
Assim foi mais uma atividade de Serviço dos Caminheiros do CNE.
Texto: Matilde Gonçalves.
Fotos: Equipa 24 às Cegas.

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