
Os Jovens e a Saúde Mental nos Tempos de Crise
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O CNE celebrou um protoloco de cedência do monumento 100 anos à Câmara Municipal de Braga.
O Monumento 100 anos é uma escultura de homenagem ao Corpo Nacional de Escutas (CNE) pelos seus 100 anos de história. Da autoria do escultor Paulo Neves, esta escultura foi inaugurada durante a Festa do Centenário, realizada em Braga, nos dias 27 e 28 de maio. Como referência aos valores e princípios do escutismo católico português, este monumento está instalado no Jardim dos Chorões, perto do Arco da Porta Nova, em Braga.
O protocolo de cedência foi formalizado pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, e pelo chefe nacional, Ivo Faria, numa cerimónia que decorreu no Salão Nobre dos Passos do Concelho.
Para o presidente da Câmara Municipal de Braga «o CNE está umbilicalmente ligado a Braga e é com satisfação que recebemos este monumento, que deixa uma marca física mais perene na nossa cidade. Ao longo destes 100 anos, o CNE tem realizado um importante trabalho em benefício da comunidade, contribuindo para promover os ideias escutistas entre os jovens e consolidar a sua formação para a vida. Estou certo que, no futuro, iremos continuar a desenvolver projetos e a cimentar esta parceria virtuosa».
Ivo Faria, chefe nacional do CNE, referiu que «não havia de facto outra forma possível de demonstrar todo este carinho com que esta cidade sempre nos tratou nestes 100 anos», frisou ainda que Braga « Para além do berço do escutismo católico português, há de ser sempre para nós o estandarte maior daquilo que é a nossa implementação em todos os outros municípios que nos acolhem atualmente». O Chefe Nacional finalizou a sua intervenção fazendo uma referência à Festa do Centenário «Há três semanas atrás eu acho que conseguimos colocar na memória dos nossos escuteiros, e espero também das pessoas que aqui vivem, um momento que não vão esquecer. Uma alegria muito contagiante, que nem sequer a chuva fez parar, de celebrar esta vontade de estarmos uns com os outros, e acima de tudo, de continuarmos. É esse também o sentido que aquele monumento pretende transmitir, que os valores e os traços que nos trouxeram até agora, mas ao mesmo tempo o movimento que aqueles blocos permitem transpor daquilo que é o passado, para aquilo que hoje já é o presente e que vai ser o futuro que vamos construir amanhã».
Texto: Cláudia Xavier
Fonte: CM Braga, CNE
Fotografias: CM Braga, CNE

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