Sábado foi o dia decisivo de provas do Tecoree. Com o início dos desafios marcado para as nove e meia, cedo o Campo Nacional de Atividades Escutistas (CNAE) se encheu de movimento e empenho.
A variedade de técnicas avaliadas fazia com que as equipas nunca soubessem o que esperar em cada posto, o que mantinha sempre a curiosidade sobre o que iriam fazer a seguir. Por ser o último dia de desafios, as equipas procuraram realizar com máximo rigor cada tarefa com o intuito de perder o menor número possível de pontos.
À semelhança dos últimos anos, foi realizado um videoclip com a letra adaptada à atividade. A música “Despacito” animou o último dia de provas relembrando aos participantes de que também é importante estudar a teórica.
Durante a tarde, foram muitos os pioneiros que, não estando em prova, contribuíram para a coreografia apresentada no vídeo. As danças variaram desde o quizomba até ao hula, provocando boa disposição e sorrisos entre os jovens escuteiros de lenço azul.
O sino, tão importante para o decorrer da atividade, ao fim da tarde ameaçou não continuar a marcar o tempo de prova. Após a sua última reticente badalada, os pioneiros divergiam na sua reflexão após o fim da competição, com expressões de dever cumprido e esperança de melhoria para os anos que se avizinham.
A Eira acolheu o último jantar da edição deste ano do torneio de técnica escutista e, na festa de campo, a noite terminou com o videoclip adaptado da música “Despacito” que pôs a plateia de pioneiros a rir com as cenas cómicas e coreografias gravadas.
O último dia do Tecoree esteve reservado para a procissão de domingo de ramos, eucaristia e cerimónia de encerramento, também realizados na Eira. Os guias das dez equipas com melhor pontuação subiram a palco para festejar e a equipa vencedora reuniu-se toda em palco, entre risos e também lágrimas de alegria. O primeiro lugar foi para a equipa Isaac Newton do agrupamento 295 Vila Real que, já o ano passado, tinha arrecadado o 3º lugar.
A cerimónia terminou com o hino do Tecoree, cantado por todos, por aqueles com vontade de regressar e pelos que viam o seu último Tecoree enquanto participantes.
De lenço azul no ar, ao ritmo da música, os pioneiros despediam-se, levando consigo novas amizades e muita aprendizagem.
Texto e fotografia de: Bruna Coelho e Inês Baptista.


