Se no primeiro dia de raide da Go3 a chuva foi a grande anfitriã no segundo dia a Serra da Arrábida vestiu-se de sol e verde para receber os pioneiros da Go3. No quarto e penúltimo dia de atividade, apesar do cansaço evidente, a resposta à pergunta “Como está a correr o raide?” era quase sempre a mesma, “está a correr bem” colmatada com “estamos a gostar muito”.
As partidas começaram cedo e por volta das 7h00 já eram muitos os coletes fluorescentes que pontilhavam a estrada. Se no início do raide as equipas se encontravam, em grande número, nos check points à medida que o tempo ia avançando a distância tornava-se mais acentuada e o trabalho de grupo dava lugar ao trabalho de equipa. Os dirigentes nos postos lançavam desafios e simultaneamente uma saudável competição entre equipas.
Depois de percorrer 18 Km por quatro percursos diferentes sempre que o tempo e o tapete verde assim o permitiam eram muitos aqueles que, a denotar o cansaço dos últimos dias, se deitavam ao sol e esperavam pelo comando do guia para seguirem caminho. Os percursos desenhados pela organização permitiam aos participantes disfrutarem da paisagem da Serra da Arrábida, cruzar riachos e até, para aqueles que não conhecem, ficarem a conhecer o campo escutista CEADA – Centro Ambiental da Arrábida P.e Alfredo Brito.
Os participantes que ficaram em campo tiveram a oportunidade de participar em diversos ateliers e visitas desta vez organizadas e com a colaboração da Marinha Portuguesa.
A visita aos submarinos foi a que originou entre os participantes maior curiosidade e entusiasmo. Visitaram ainda o ex libris da Marinha, o Navio Escola Sagres e ainda o Navio Almirante Gago Coutinho, este é um navio de investigação e pesquisa que está ao serviço do Instituto Hidrográfico.
As atividades na água também suscitaram bastante interesse, remo e batismos de mergulho fizeram parte do programa.
A festa de campo fecha mais um dia da Go3. São muitas as surpresas preparadas.
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Texto de: Ana Isabel Silva e Susana Micaela Santos. Fotografia de: Gonçalo Vieira.



