No arranque desta sessão Gonçalo Cadilhe partilhou com todos a sua experiência nos escuteiros, o raide noturno solitário que o marcou e que fez despoletar a vontade de fazer caminhadas, conhecer mais e melhor o que o mundo tem para oferecer.
Considera-se acima de tudo um viajante profissional e já lá vão mais de 20 anos, tendo percorrido já os quatro cantos do mundo.
Para Gonçalo Cadilhe o melhor da viagem é estarmos predispostos que tudo pode acontecer, e podermos ser surpreendidos.
Por condicionante dos patrocínios e contratos que grande parte das viagens que faz têm, nem sempre consegue atingir a liberdade que gostaria.
As imagens das suas experiências foram o suporte para nesta sessão Gonçalo Cadilhe transmitir e partilhar memórias, estórias vividas na primeira pessoa, referências culturais e históricas dos locais por onde passou.
Questionado sobre o que lhe ainda falta conhecer reforça que “acima de tudo tenho muita vontade de voltar a alguns lugares que já foi há muitos anos, porque temos uma perspetiva completamente diferente do local e de nós próprios”.
No final confirmou o gosto enorme que tem de viajar sozinho e justifica dizendo que ” quando se viaja em grupo fechamo-nos ao grupo, quando viajamos sozinhos abrimo-nos ao mundo”.
O próximo Ciclo dos Viajantes é no dia 8 de junho, com a convidada Cláudia Valadinhas.
Texto e fotografia de: Susana Micaela Santos.



