VII AMARRAS juntou Caminheiros do Núcleo Mondego Sul na Serra de Sicó

Realizou-se, entre 21 e 23 de novembro, a sétima edição do AMARRAS, a atividade que, desde 2016, reúne Caminheiros dos 16 Agrupamentos do Núcleo Mondego Sul numa experiência de partilha, comunhão e descoberta.

Criado por caminheiros que identificaram a ausência de um espaço onde fosse possível estreitar laços entre clãs, o AMARRAS nasceu com a missão de promover a vivência do caminheirismo numa dimensão mais alargada, favorecendo a troca de experiências, ideias e reflexões.

A edição deste ano manteve-se fiel ao espírito fundacional: alegria, coragem e profundidade marcaram todos os momentos. Os participantes percorreram trilhos da Serra de Sicó, cenário escolhido para uma verdadeira “viagem interior”, estruturada em torno dos quatro centros que orientam a vida de cada caminheiro:

  • Centro da Terra, símbolo das raízes, da história e da ligação à Criação;

  • Centro dos Outros, encontro com a fraternidade, o serviço e a responsabilidade comunitária;

  • Centro de Deus, espaço de silêncio, oração e escuta;

  • Centro de Mim, momento de autoconsciência, identidade e propósito.

Ao longo da caminhada, sucederam-se momentos de desafio e superação, mas também de forte partilha e reflexão, nos quais cada passo serviu para fortalecer amizades e renovar o compromisso de servir – a marca maior do caminheirismo.

Para além da dimensão formativa dirigida aos jovens, o AMARRAS assumiu também o papel de espaço de trabalho e coordenação para os Chefes de Clã do Núcleo. Aproveitando a presença das equipas, estes reuniram-se para refletir sobre estratégias comuns, alinhar objetivos e partilhar métodos que possam fortalecer o desenvolvimento da ação local em cada agrupamento. Este encontro de líderes reforçou a importância de uma visão conjunta, capaz de apoiar e orientar os caminheiros nas suas realidades específicas.

Entre paisagens que convidam à contemplação e dinâmicas que estimularam a interioridade, o VII AMARRAS tornou-se, uma vez mais, um ponto de encontro privilegiado para os jovens e para os responsáveis do Núcleo Mondego Sul. Uma atividade que reafirma a importância de criar espaços de comunhão entre caminheiros e que, ano após ano, continua a deixar marca na vida de quem nela participa.

No final, ficou a certeza de que amarrar laços é mais do que o nome da atividade: é um gesto de construção de comunidade, de fé e de caminho partilhado.

Texto e fotos: Núcleo Mondego Sul.

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