ARAE em Braga

A abertura regional do ano escutista (ARAE) decorreu a 24 de setembro, na região de Braga. Este ano, o tema vivido será “Inspirar +”, com ligação a São Nuno de Santa Maria.

Escuteiros dos nove núcleos de Braga (Barcelos, Braga, Cego do Maio, Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vila Verde), juntaram-se na abertura regional do ano escutista (ARAE), para assinalar a data de abertura das atividades na região.

A ARAE contou com a colaboração da Junta de Núcleo de Braga e com o apoio da Câmara Municipal de Braga. Todos os escuteiros foram inspirados pelo exemplo de vida de São Nuno de Santa Maria, patrono do Corpo Nacional de Escutas (CNE), e viveram um dia repleto de atividades pela cidade de Braga.

Para Catarina Eleutério, pioneira do agrupamento 560 Lago, este início do ano é aguardado com muita expetativa «espero um ano diferente, com muita diversão, mas acima de tudo com muita comunicação entre todos». Margarida Machado, dirigente do agrupamento 218 Brufe, espera que «seja um ano repleto de atividades, com muita alegria e onde possamos conviver e recuperar todo o tempo perdido».

«Este ano é muito importante e por isso devemos celebrar!»

A chefe regional de Braga, Catarina Miranda, refere que este ano é de extrema importância para todos os escuteiros e pede para que «acima de tudo que celebrem. Este ano é muito importante e por isso devemos celebrar! Celebrar em Agrupamento, celebrar com a Comunidade e celebrar com os demais escuteiros além da nossa casa!». No ano em que o Corpo Nacional de Escutas (CNE) inicia as comemorações do seu centenário a chefe regional destaca as diferenças entre o escutismo do passado e do futuro «O escutismo do passado é aquele que nos define. São as nossas raízes que nos fixam à terra. É o escutismo que nos fez chegar aos dias de hoje, passados 100 anos de existência. O escutismo do presente é a fotografia. É o momento em que recordamos tudo o que fizemos, mas olhamos para o futuro e definimos metas para onde queremos ir. Assim, se o foco continuarem a ser as crianças e os jovens, se continuarmos a trabalhar as Maravilhas do Método, a promover a autonomia, a liderança, o trabalho em equipa, iremos certamente ser uma “Árvore Frondosa” com raízes sustentadas e cheia de frutos para que todos os possam colher. Na realidade, sempre fomos um movimento “à frente no tempo”, e é assim que espero que continuemos a ser».

Para o segundo centenário do CNE espera que exista «Um escutismo integrador. Um escutismo onde as crianças e os jovens podem ser felizes. Um escutismo que continue a promover a autonomia, onde são a criança e o jovem que propõem as suas atividades. São eles as bases de tudo e assim devem continuar. Para o segundo Centenário acho importante continuar e reforçar o trabalho nas Maravilhas do Método, afinal, foram essas maravilhas que nos fizeram durar 100 anos e são elas que nos darão sustento para muitos mais», refere a chefe regional de Braga.

Texto: Cláudia Xavier e Departamento Regional de Comunicação de Braga

Fotografias: Departamento Regional de Comunicação de Braga

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