As Oficinas do Vicente

Durante os dias que estão em campo as quatro secções têm a oportunidade de participar num conjunto de oficinas sobre determinadas temáticas: as Oficinas do Vicente!

Estas oficinas situam-se na zona da Eira onde existe uma área dedicada a “algumas personalidades importantes da história, incluindo portugueses” como nos contou Marta Cardoso (96-Valbom). Nesta área existe também uma dinâmica de laboratório. Após passarem pelo portal do tempo, onde podem sentir um leve esguichar de água, os participantes voam em direção ao

Passado, Presente, Futuro ou Quinta da Boa Semente. “Temos 100 oficinas. Cada subunidade vai rodando e faz quatro oficinas, uma de cada espaço. Cada espaço tem 4 áreas: Artes, Ciências, Tecnologia e Desporto, Jogos, Costumes e Tradições; contando ainda com oficinas da Espiritualidade e Internacional». Na opinião de Marta estas oficinas são importantes porque lhes permite “terem outras experiências de coisas que nós já vivemos, de algumas coisas que existem que eles já nem sequer conhecem”. Um exemplo disto é a oficina sobre música onde podemos contactar com gira-discos, cassetes, discos e outros aparelhos musicais do passado. Outro exemplo de oficinas que existem é a decoração de Tot Bags; uma dinâmica sobre os quatros sonhos do Papa Francisco: Social, Cultural, Ecológico e Eclesial no qual realizam um origami e a elaboração de um projeto de robótica.

Quanto ao campo da sustentabilidade, como Pedro Coelho do agrupamento 313 Cortegaça nos informou, está a ser organizado pela região de            Aveiro em conjunto com a Secretaria Nacional do Ambiente e Sustentabilidade, respetivos departamentos e ainda Fraternidade Nuno Álvares.

Rafael Claro, do agrupamento 212 São Pedro, que está a dinamizar uma das oficinas, contou-nos que considera que “as oficinas são muito importantes para proporcionar diferentes experiências a cada um, mas também em grupo. As valências de cada elemento são diferentes, e é interessante vê-los a ajudarem-se mutuamente, a aprenderem e a levarem consigo algo de novo. Da minha parte, é engraçado ver a curiosidade das diferentes faixas etárias, e também de quem já tem alguma experiência de robótica, que gosta de alterar o código base para personalizar o seu projeto”.

Já Tomás Sousa do agrupamento 480 Troviscal, Caminheiro participante nas oficinas contou-nos: “As oficinas do Vicente, foram um lugar em que miúdos e graúdos partilharam o seu conhecimento! A minha oficina favorita foi na Quinta da Boa Semente na parte do CNJ porque tinha um Kahoot muito bem organizado e dinamizado, o apresentador incentivava as alcateias, as comunidades, as expedições e os clãs a entrarem para conhecerem um pouco mais do CNJ e os seus trabalhos! Acredito que quem teve oportunidade de estar em todas as oficinas saiu bastante mais rico de conhecimento embora acredite que os Caminheiros, precisavam um pouco mais de tempo para descobrir verdadeiramente todos os workshops”.

Texto de Carolina Figueiredo.

Fotografias Cláudia Xavier e Álvaro Machado, Cláudio Noy.

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