
Os Jovens e a Saúde Mental nos Tempos de Crise
Falar sobre saúde mental pode ser difícil mas é importante. Ser mentalmente saudável
Faleceu ontem o Dirigente Carlos Félix Mana. Nascido a 30 de janeiro de 1934, dedicou a maior parte da sua vida ao Escutismo. A Junta Central decretou luto oficial nacional por um período de 7 dias, a contar a partir de 26 de outubro.
Carlos Félix Mana ingressou no CNE em 1951 e, em 1959, constituiu o Agr. 42 Penha de França enquanto Chefe de Agrupamento e de Clã. Em 1976, tornou-se Chefe Regional Adjunto de Lisboa, tendo passado pela Secretaria Regional da Divisão Pedagógica no mesmo ano e regressado ao cargo de Chefe Regional Adjunto no ano seguinte. Assumiu o cargo de Assessor do Secretário Nacional Pedagógico em 1992. Em 1998 passou a chefiar o Departamento Nacional de Publicações e, ao longo dos anos, fez parte da redação e revisão de vários manuais do programa educativo e publicações internas, entre os quais o livro Nós & os nós, Nós & as construções e a coleção Caderno de função. Saiu do ativo em 2004, tendo ingressado na Fraternidade de Nuno Álvares, onde foi membro da Direção Nacional.
Entre as várias distinções e louvores ao longo dos anos, pela dedicação inabalável ao Movimento, recebeu o Colar de Nuno Álvares, a Cruz de Agradecimento 2ª Classe (Prata), a Cruz de Mérito Monsenhor Avelino Gonçalves e dois louvores nacionais.
Foi Diretor da Flor de Lis entre 1991 e 1994, tendo colaborado com a nossa publicação desde Caminheiro. Ingressou na redação em 1951 para reforçar a equipa de ilustração – são inúmeras as capas da Flor de Lis por si ilustradas – e manteve-se até 2002, passando pelos cargos de redator, administrador, diretor adjunto e diretor. Durante os largos anos de contribuições, procurou que a revista fosse o elo de unidade entre todos os escuteiros. Desenvolveu novos conteúdos, incluindo números especiais dedicados a figuras históricas do CNE e os antigos destacáveis das secções – O Uivo, O Kim, A Rota Azul e A Chama. Com um gosto especial por banda desenhada, introduziu-a na revista para a aproximar dos mais novos.
A Junta Central do CNE, ao abrigo do artigo 37º do Regulamento de Protocolo, declarou luto oficial nacional por um período de sete dias a contar do dia de ontem, 26 de outubro. O decreto prevê que as bandeiras sejam colocadas a meia-haste ou adornadas com uma faixa preta quando em mastros portáteis. Os associados que o desejarem podem, também, usar uma braçadeira preta no braço esquerdo sobre o uniforme como manifestação pessoal de luto.
Texto: Catarina Valada.
Fotos: Arquivo CNE.

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