Pioneiros de Lamaçães viveram empreendimento na ilha da Madeira

Entre os dias 8 e 11 de abril, a Equipa Salgueiro Maia do Agrupamento 426 Lamaçães (Região de Braga) realizou o seu empreendimento na ilha da Madeira, inspirado no imaginário “Zootropolis 2” e no lema “Diferenças que nos unem”.

Ao longo de quatro dias, os escuteiros percorreram vários pontos emblemáticos da ilha.

A viagem começou na madrugada de 8 de abril, com partida do Aeroporto do Porto em direção ao Funchal. Após a chegada, o grupo dedicou a manhã às habituais tarefas logísticas e aproveitou para conhecer a zona velha da cidade, onde provou uma das especialidades mais conhecidas da gastronomia madeirense: o prego em bolo do caco.

Durante a tarde, os pioneiros subiram no teleférico do Funchal até ao Monte Palace Tropical Garden, num espaço que reúne uma vasta coleção botânica, museus e diversas espécies animais.

O segundo dia foi dedicado à descoberta da costa oeste da Madeira. Apesar das condições meteorológicas adversas, a equipa percorreu várias localidades (Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Madalena do Mar e Paul da Serra). Em Porto Moniz, os participantes observaram a forte agitação marítima junto às conhecidas piscinas naturais.

A excursão prosseguiu pelo Seixal, São Vicente e Cabo Girão, onde o grupo teve oportunidade de provar a tradicional bebida madeirense “Nikita”. O dia terminou no Funchal, com uma visita ao Museu CR7 e um passeio pelas ruas da cidade.

Na sexta-feira, a equipa explorou o lado este da ilha. Entre os locais visitados estiveram a Ponta do Garajau, Machico, a Ponta de São Lourenço e Porto da Cruz, onde os escuteiros conheceram uma destilaria de rum produzida a partir da cana-de-açúcar, um dos produtos característicos da Madeira.

A passagem por Santana permitiu ao grupo visitar as emblemáticas casas típicas de colmo e contactar com o artesanato local. Já no Ribeiro Frio, os pioneiros conheceram a Floresta Laurissilva, património natural mundial reconhecido pela UNESCO, e provaram algumas das bebidas tradicionais da região, como a poncha.

O percurso terminou no Pico do Areeiro. Apesar do nevoeiro e das baixas temperaturas, o grupo conseguiu alcançar o miradouro e apreciar parcialmente a paisagem montanhosa da ilha.

O último dia da atividade ficou marcado pela visita ao Mercado dos Lavradores e pela experiência nos tradicionais Carrinhos de Cesto do Monte, um dos maiores símbolos turísticos da Madeira. Antes do regresso, os escuteiros participaram ainda na Eucaristia na Sé do Funchal.

O empreendimento terminou na noite de 11 de abril, com o regresso ao continente. Para a equipa Salgueiro Maia, a atividade representou o culminar de vários meses de preparação e trabalho, que aumentaram ainda mais o espírito e a união de equipa.

Adaptação de Texto: Rodrigo Maurício 

Fonte e Fotografias: Agrupamento 426 Lamaçães

 

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