Muitas vezes, encarado como um cargo menor, o Tesoureiro é de importância crucial para o Agrupamento e para a sua sustentabilidade.

Decorreu no passado dia 15 de dezembro, mais uma tertúlia on-line da Flor de Lis onde se debateu o tema central da Revista de Novembro: Sustentar a Missão. Moderada Pelo João Lopes e contou com a presença de Filipa Maced, do Agrupamento 55, da Amadora e Marco Faustino, do Agrupamento 909, Alfeizeirão.

João Lopes abriu o debate questionando a importância de os Agrupamentos iniciarem o ano escutista com um planeamento financeiro, vulgo orçamento, concreto e bem definido.

Filipa refere “… não sei funcionar sem ser dessa forma, pois todos temos de estar conscientes do que queremos fazer, como queremos fazer e em que queremos investir. A tesouraria é talvez dos trabalhos de backoffice mais importantes e que faz mover o agrupamento”.

Por sua vez Marco Faustino é de opinião que ” o orçamento é o primeiro passo, pois o seu controle e análise de possíveis desvios são fatores que não podemos descurar” continua ” a tesouraria é também pedagogia pois desde a mais tenra idade os escuteiros devem entender que todos os cargos são de crucial importância para o bom funcionamento seja qual for a estrutura do CNE”.

A discussão passou em seguida para o modo como neste momento de pandemia podemos adaptar todas as nossas campanhas para angariação de fundos no sentido de garantir a sustentabilidade financeira dos nossos agrupamentos.

É importante inovar e redescobrir novos modos de abordar a sociedade, por exemplo através das novas tecnologias de informação e comunicação e, por exemplo, estabelecer parcerias locais com empresas com as quais todos lucramos.

Vários participantes contribuíram com ideias e exemplos de como estão a ultrapassar a situação que podem conhecer na gravação da tertúlia que já está disponibilizada no YouTube Escutismo

A encerrar, Mário Correia, diretor da Flor de Lis, agradeceu a presença e a partilha dos oradores bem como dos restantes participantes e concluiu que ” ideias não nos faltam temos é de envolver os escuteiros e ouvi-los, com os ouvidos e com o coração. Se o projeto é dos miúdos eles têm de participar em tudo. Não são os chefes que tem de planear e executar”.

Recordamos que as tertúlias “Flor de Lis” realizam-se todos os meses, onde se debate o tema central da revista do mês.

Texto de: Manuel Joaquim. Imagem de: CNE.

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